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Autor : Buscadora
Conto ID : 147
Níveis de acesso : Default
Versão 1.00.01
Data da Publicação: 05/10/2013 18:44:47
Leituras : 4254


Buscadora é um avatar do sistema, uma colaboradora que busca na net os melhores contos e os reproduz aqui.

Oi
Todos os nomes desta historia foram mudados para preservar o anonimato dos envolvidos,
Me chamam de Tatinha, Tenho 25 anos, cabelos castanhos, olhos verdes, lábios carnudos. Não sou muito alta, apenas 1,68 metros, mas minha pouca altura é compensada por um belo par de coxas roliças, cintura fina, bunda apetitosa e arrebitada, seios médios e durinhos.
Meu marido Rick atualmente tem 26 anos, corpo sarado pois faz musculação diariamente, ele é um bom homem, e o amo de verdade, mas tem dois probleminhas, o pinto dele é pequeno e não tem muita imaginação na cama, sexo com ele é bem tradicional.
Meu sogro, o pai de Rick é um coroa e tanto, cabelos grisalhos, não tem o corpo sarado, mas não se pode deixar de admitir que seu corpo é muito apetitoso, mas até o dia destes fatos nunca o tinha visto como homem, até porque eu era cem por cento fiel ao Rick.
Tudo começou em um final de semana quando toda família foi à praia, estávamos na areia eu, meu sogro e minha sogra, o meu marido como sempre estava praticando algum esporte ou simplesmente correndo, a gente já tinha bebido um pouco e a conversa corria bem descontraída, até que passou uma bela mulher usando fio dental, descaradamente meu sogro virou a cabeça para admirar aquela bela bunda, então, minha sogra deu um tapa nas costas dele dizendo:
—Deixa de ser sem vergonha marido, respeita pelo menos a tua nora.
Tentando aliviar a barra dele comentei:
—Ora Dona Clotilde, ele não fez nada demais.
—Não fez? — disse ela, se você bobear ele traça até você.
Todos nós caímos na gargalhada, mas não sei se pela carência de sexo que eu andava naqueles dias, ou por qual motivo aquele comentário da minha sogra mexeu comigo e imaginei como seria meu sogro me comendo, quando menos percebi estava molhadinha.
Para apagar o fogo resolvi tomar um banho de mar, pedi para minha sogra me acompanhar, mas preferiu não ir, então pediu ao meu sogro que fosse comigo, era tudo o que eu não queria naquele momento, minha intenção era apagar o fogo e não botar mais brasa.
Dentro da água percebi que meu sogro ficava excessivamente próximo a mim, muito prestativo segurava minha mão quando vinha alguma onda mais forte, algumas vezes nossos corpos se tocaram. No princípio não me pareceu que ele tivesse com segundas intenções, mas foi se formando um clima de intimidade e cumplicidade entre nós dois, cada vez mais perto um do outro, nossos corpos agora roçavam um no outro com frequência, até que em determinado momento ele pegou na minha cintura para me ajudar a pular uma onda, ficamos brincando assim, a onda vinha, ele me levantava pela cintura e quando me abaixava encoxava minha bunda pressionando seu pau que estava totalmente duro contra ela.
Não aguentando mais de tanto tesão, virei, o encarei e falei:
—Dona Clotilde tem razão, se eu bobear você vai acabar me traçando mesmo. Meu sogro então olhou em direção ao mar para se certificar que nem a mulher nem o filho estariam por perto, passou a mão em volta da minha cintura puxando meu corpo em direção ao dele, olhou nos meus olhos e disse:
—E vai me dizer que você não quer isso. E a seguir me beijou,
Não tive como resistir, seus lábios colados nos meus, sua língua entrando na minha boca e sua mão acariciando meu corpo.
Aproveitando que não tinha ninguém por perto, ele enfiou a mão por dentro da minha tanguinha e começou a acariciar minha bucetinha que estava em brasa. Eu estava confusa, nunca tinha pensado em trair o Rick, muito menos com o próprio pai dele, e agora ali, em plena praia ele acariciava minha bucetinha e já começava a introduzir um dedo nela. Vendo que eu estava adorando tudo aquilo, ele me abraçou por traz esfregando aquela rola dura, grande e grossa na minha bunda, fui à loucura.
Mais uma vez ele verificou se estávamos a uma distância segura de onde estava a mulher e seu filho, e virando-me de frente para ele tirou o pau fora da sunga colocando-o entre minhas pernas, eu, completamente fora de mim sussurrei, me fode, me fode agora. Eu abraçada ao seu pescoço, ele me segurando pela bunda me suspendeu e eu trancei minhas pernas em volta do seu quadril e pelo lado da minha tanguinha ele foi introduzindo aquele pauzão dentro da minha bucetinha. Aquilo era um caralho de verdade, não o pau fino e pequeno do meu marido, ele sussurrava no meu ouvido o quanto eu erro gostosa, que queria me fazer sua putinha para sempre.
Seu pau entrava e saia da minha buceta num ritmo constante até que gozei feito uma putinha vadia e não demorou me senti inundada por sua porra quente.
Depois ele me beijou dizendo: Se meu filho não sabe te fazer mulher eu sei, dei um sorriso bem sacana e ficamos por ali mais um tempo até que toda sua porra saísse de dentro de mim.
Meu sogro é corretor de imóveis e eu vendedora de moda, logo temos muita liberdade no trabalho, ali mesmo combinamos de nos encontrarmos durante a semana.
Ele me levou para um Motel na periferia da cidade, nem bem entramos no quarto e ele já me despiu, ali eu pude ver o que não tinha visto na praia, toda a magnitude daquela rola deliciosa. Falei a ele que precisava tomar banho antes, ele não permitiu dizendo que queria sentir todo meu cheiro, meu suor e até o cheiro de xixi da minha buceta, me jogou na cama e me chupou como eu nunca tinha sido chupada antes, sua língua entrava na minha buceta, brincava no meu clitóris, saia e tornava a entrar, gozei logo de cara, depois ele se colocou por cima de mim e finalmente pude saborear aquela rola toda, eu lambia a cabeçona dela e a apertava entre meus lábios, depois a engolia inteira, então, meu sogro perguntou se eu já tinha sentido gosto de porra, quando disse que não, ele disse apenas: então chegou hora de sentir e imediatamente gozou na minha boca. Aquilo era o máximo para mim, Rick nunca teria feito isso com sua respeitável esposa. Meu Sogro era insaciável, mal gozou na minha boca e já deitou de costas na cama me puxando para cima dele me fazendo cavalgar naquela rola enorme. Eu estava nas nuvens, aquela pica entrando e saindo de dentro de mim e ele me olhando nos olhos me chamando de sua bonequinha querida, de seu amorzinho. Gozei escandalosamente, nunca na minha vida tinha gozado tão forte e mais uma vez me ví inundada por sua porra quente e viscosa.
Depois dessa gozada fomos para a hidromassagem onde carinhosamente ele me banhou, me tratava como seu eu fosse uma menininha, sua namoradinha, mas ainda tinha mais. Voltamos para o quarto e ele me perguntou com carinho se eu já tinha dado minha bundinha, quando disse que meu cuzinho era virgem, ele me disse:
—Vou tentar comer ele, mas não tenha medo se não der eu paro.
Me colocou de quatro, abriu sua bolsa e dela retirou um creme próprio para penetração anal. Ele acariciava meu cuzinho, introduzia devagar a ponta do dedo, lubrificava por dentro e por fora e quando me dei conta dois dedos dele já entravam com facilidade no meu cuzinho que estava sendo aberto aos poucos, depois, besuntando ainda mais meu cu e sua rola encostou a cabeça dela no meu cuzinho e foi forçando devagar. Meu cuzinho resistia ser invadido, mas ele falava com carinho, relaxa minha queridinha, relaxa que você vai gostar, aos poucos fui relaxando até que senti a cabeça da pica dele dentro de mim. Lentamente e acariciando minha bunda ele foi forçando, doía um pouco mas o tezão era tanto que eu já estava quase gozando só com a penetração.
Centímetro a centímetro aquela pica entrou todinha no meu rabo, quando senti o saco dele encostando na minha bunda me senti realizada, com carinho ele iniciou o movimento de vai e vem só que agora me chamava de sua cadelinha gostosa. Enquanto arrombava meu cuzinho ele passou o braço em torno de mim e começou a acariciar minha bucetinha, eu nessas alturas já o chamava de meu macho, meu cachorrão dizia a ele pra comer a cadelinha dele que estava no cio, até que mais uma vez gozamos os dois.
Depois nos banhamos e fomos embora.
Hoje, ele ainda me come pelo menos duas vezes por mês, me trata com muito carinho e respeito, meu marido continua o mesmo, muito carinhoso, corpo sarado e pouca atividade sexual.
Depois que comecei a foder com meu sogro me sinto uma verdadeira mulher e já transei com outros homens, mas isso é outra história que fica para outra vez



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Enviado por Tópico